EUA recuam na soja chinesa — e o RS pode ganhar espaço
Participação norte-americana no mercado da China caiu de 41% para 15% em menos de uma década; Brasil, incluindo o RS, ocupa posição estratégica

O movimento, revelado pela Forbes Brasil, reposiciona o Brasil como fornecedor dominante da oleaginosa
A participação dos Estados Unidos no mercado chinês de soja recuou de 41% para 15% em menos de uma década — e o governo norte-americano já considera o tema como capítulo encerrado, reduzindo as expectativas de recuperação das exportações para a China. O movimento, revelado pela Forbes Brasil, reposiciona o Brasil como fornecedor dominante da oleaginosa ao maior importador mundial do grão. Para o Rio Grande do Sul, que concentra parte relevante da produção e do escoamento da soja brasileira, o cenário abre perspectiva de demanda sustentada e preços mais firmes ao longo dos próximos ciclos.
A Fronteira Oeste e o Planalto Médio gaúcho, regiões com expansão consistente de área plantada, figuram entre as que mais podem se beneficiar do reposicionamento geopolítico do mercado global de soja.
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