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MPRS denuncia envolvidos em ataque no ginásio de Sentinela do Sul e acusa servidor de injúria racial

  • Foto do escritor: Redação SulTV
    Redação SulTV
  • 14 de jan.
  • 2 min de leitura

O caso central envolve um ataque a tiros no Ginásio Municipal “Laranjão”, em Sentinela do Sul


Foto: Prefeitura Municipal de Sentinela do Sul  - Redes sociais
Foto: Prefeitura Municipal de Sentinela do Sul - Redes sociais

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) apresentou, nesta terça-feira (13), duas denúncias que trazem novos desdobramentos sobre o violento episódio ocorrido em novembro de 2025 na Costa Doce. O caso central envolve um ataque a tiros no Ginásio Municipal “Laranjão”, em Sentinela do Sul, que resultou na morte de um jovem e feriu gravemente o diretor da Secretaria Municipal de Educação, Turismo, Desporto e Cultura.


A primeira ação penal denuncia três homens por homicídio consumado e tentado. Segundo o promotor de Justiça Pedro Henrique Lacerda Paoliello, o crime foi motivado por desavenças. A investigação aponta que um executor, sob ordens de um mandante e com apoio de um terceiro cúmplice, disparou contra as vítimas durante um evento esportivo.


Enquanto o jovem atingido faleceu no local, o diretor municipal foi ferido na região da cabeça.

Em um desdobramento surpreendente, o próprio diretor da Secretaria — vítima do atentado — tornou-se alvo da segunda denúncia. O MPRS o acusa de injúria racial contra um socorrista do SAMU que prestava atendimento de emergência após o tiroteio. Conforme a denúncia, o servidor teria se recusado a ser carregado pelo profissional negro, proferindo frase discriminatória.


Pelo crime de injúria racial, o promotor requer a perda do cargo público do diretor e o pagamento de uma indenização mínima de R$ 30 mil por danos morais. O MPRS revelou ainda que o servidor já havia sido investigado anteriormente por conduta semelhante quando ocupava a pasta da Saúde, embora o caso anterior tenha sido arquivado.

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