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Entenda o que pode mudar na pesca nas barragens de Camaquã

  • Foto do escritor: Redação SulTV
    Redação SulTV
  • há 2 horas
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O Conselho Municipal de Meio Ambiente de Camaquã apresentou uma proposta de projeto de lei que visa proibir a pesca predatória nas barragens Arroio Duro e Maria Ulguim


Foto: Prefeitura Municipal de Camaquã - Divulgação
Foto: Prefeitura Municipal de Camaquã - Divulgação

O Conselho Municipal de Meio Ambiente de Camaquã apresentou uma proposta de projeto de lei que visa proibir a pesca predatória nas barragens Arroio Duro e Maria Ulguim. A iniciativa, entregue nesta terça-feira (10) à Secretaria Municipal de Governo, busca interromper o uso de redes e tarrafas nessas áreas, focando na preservação ambiental e no equilíbrio dos ecossistemas aquáticos da Zona Sul do Rio Grande do Sul.


Conforme o levantamento do conselho, a pesca profissional praticada atualmente nos locais apresenta características predatórias que reduzem drasticamente o estoque pesqueiro. A minuta do projeto define como prática proibida o uso de redes, tarrafas, explosivos ou substâncias tóxicas, tanto nas barragens quanto em seus afluentes. O descumprimento poderá gerar multas e apreensão de materiais, com os recursos destinados ao Fundo Municipal de Meio Ambiente.


É importante destacar que a medida não afeta a pesca esportiva nem a de subsistência realizada com caniço. O objetivo é transformar as barragens em "berçários", garantindo a reprodução das espécies e potencializando o turismo náutico e esportivo na região. Recentemente, drones da Associação dos Usuários do Perímetro do Arroio Duro (AUD) flagraram embarcações utilizando redes de forma irregular, o que acendeu o alerta das autoridades.


A proposta segue agora para análise do Poder Executivo antes de ser encaminhada à Câmara de Vereadores. Se aprovada, a fiscalização será intensificada pela Patram, tornando ilegal também o transporte e a comercialização de peixes oriundos dessa prática.

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