Fábrica de blocos deve entrar em operação em até 90 dias em Camaquã
A nova fábrica municipal de blocos de concreto de Camaquã está em fase final de construção e deve começar a operar em até três meses. O anúncio foi feito pelo secretário de Planejamento e Mobilidade Urbana, Rafael de Moura, em entrevista à SulTV. A estrutura, erguida com recursos próprios, já tem piso, paredes e telhado. No momento, está na etapa de instalação da rede elétrica, necessária para o funcionamento da máquina. O equipamento, comprado em São Paulo e 80% pago, aguarda a conclusão do

Unidade própria vai quadruplicar capacidade de produção e acompanha pacote de obras em vias urbanas e rurais.
Assista mais no canal da SulTV no YouTubeA nova fábrica municipal de blocos de concreto de Camaquã está em fase final de construção e deve começar a operar em até três meses. O anúncio foi feito pelo secretário de Planejamento e Mobilidade Urbana, Rafael de Moura, em entrevista à SulTV.
A estrutura, erguida com recursos próprios, já tem piso, paredes e telhado. No momento, está na etapa de instalação da rede elétrica, necessária para o funcionamento da máquina. O equipamento, comprado em São Paulo e 80% pago, aguarda a conclusão do prédio para ser transportado e montado.
Com capacidade para produzir até 400 metros quadrados de blocos por dia, a unidade vai multiplicar por quatro a produção atual, que hoje é de 100 a 120 metros quadrados. Os blocos serão usados principalmente no programa de parceria com a comunidade, que pavimenta ruas com participação de moradores e da prefeitura.
Além dos blocos, a fábrica também produzirá meio-fios. Em uma etapa posterior, está prevista a fabricação de aduelas — estruturas pré-moldadas que substituirão pontes de madeira no interior.
Segundo o secretário, a medida reduzirá custos e ampliará a cobertura do programa. “O principal hoje é colocar a fábrica para funcionar. Em 60 a 90 dias, a meta é ter o equipamento produzindo e atendendo mais ruas”, afirmou.
O secretário também detalhou o andamento das frentes de trabalho da Secretaria de Planejamento e Mobilidade Urbana. Na Avenida Sete de Setembro, a prefeitura concluiu a retirada do asfalto antigo e aguarda a manutenção da usina asfáltica para iniciar a reperfilagem de todo o trecho. A previsão é aplicar a capa final ainda este ano, priorizando a área de escolas no período de férias para reduzir transtornos.
No Distrito Industrial, a Avenida Ayrton Senna está pronta para receber pavimentação asfáltica. A obra é considerada a primeira de grande porte realizada pelo município com recursos próprios e inclui 3 mil metros de meio-fio. Na Rua Dorval Ribeiro, o calçamento danificado por veículos pesados será substituído por asfalto.
A Avenida Olavo Moraes terá calçadão no trecho entre a Júlio de Castilhos e a Presidente Vargas, mas o projeto foi alterado para manter duas pistas. O contrato já foi assinado, e o início depende da empresa responsável, a mesma que executa as obras na Vila Aurora. Nesta última, a execução está abaixo do esperado: apenas 5% a 7% do valor foi faturado, apesar de mais de 50% do prazo já ter passado. A prefeitura abrirá diálogo para acelerar a obra, cujo recurso está garantido — R$ 6 milhões próprios e R$ 1 milhão de emenda parlamentar.
Assista à entrevista completa:
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