Cavalo Crioulo: Estudo revela movimentação de R$ 5,36 bilhões anuais na economia Brasileira
A força econômica do Cavalo Crioulo, raça com forte presença e tradição na Costa Doce e em todo o Rio Grande do Sul, foi quantificada em um estudo recente. A pesquisa "PIB do Cavalo Crioulo", divulgada nesta quarta-feira (3) pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Crioulos (ABCCC)

A partir deste dado, foi possível calcular o impacto individual de cada exemplar da raça na economia nacional
A força econômica do Cavalo Crioulo, raça com forte presença e tradição na Costa Doce e em todo o Rio Grande do Sul, foi quantificada em um estudo recente. A pesquisa "PIB do Cavalo Crioulo", divulgada nesta quarta-feira (3) pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Crioulos (ABCCC) em parceria com a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), aponta que a atividade movimenta R$ 5,36 bilhões por ano no Brasil.
Este valor expressivo demonstra que a equinocultura da raça vai muito além da simples comercialização de animais. O montante de R$ 5,36 bilhões engloba uma vasta cadeia de atividades interligadas. Entre os setores beneficiados, destacam-se o mercado veterinário, a indústria de medicamentos e rações especializadas, o comércio de indumentárias, e serviços essenciais como selarias e ferrageamento. Além disso, o crescimento do turismo rural e o fluxo constante de provas esportivas atreladas à raça contribuem significativamente para este volume de negócios.
O levantamento da ABCCC e Esalq/USP utilizou como base um rebanho registrado de 508.080 animais. A partir deste dado, foi possível calcular o impacto individual de cada exemplar da raça na economia nacional. O estudo concluiu que cada cavalo crioulo é responsável pela movimentação de R$ 10.549,93 ao ano no país.
Os números colocam a criação do Cavalo Crioulo em uma posição de relevância econômica no cenário do agronegócio brasileiro. A movimentação bilionária não apenas sustenta milhares de empregos e negócios, mas também reforça a importância da raça como um ativo cultural e financeiro, especialmente em regiões como a Costa Doce do RS, onde o vínculo com o cavalo e a tradição campeira é notório e profundo. A ABCCC espera que os dados ajudem a dimensionar e a valorizar ainda mais o setor. Fonte e divulgação: Canal Rural
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