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Receita Federal apreende 100 gramas de MDMA enviados a Rio Grande

Carga que partiu do Pará foi interceptada em transportadora; Polícia Civil assume o caso e mantém sigilo sobre remetente e destinatário.

28 de outubro de 2026·Redação SulTV
Imagem ilustrativa. Foto: Tima Miroshnichenko via Pexels
Imagem ilustrativa. Foto: Tima Miroshnichenko via Pexels

Uma fiscalização de rotina da Receita Federal apreendeu 100 gramas de MDMA em uma encomenda que seguia, por meio de uma transportadora, do Pará até o município de Rio Grande, no sul do Rio Grande do Sul. A ocorrência foi registrada na manhã da terça-feira (27), quando agentes encontraram a substância dentro de uma embalagem preta, com aparência semelhante à de compras feitas pela internet. Após a apreensão, o material foi encaminhado à Polícia Civil, que assumiu a investigação do caso.

Como a droga foi localizada

A embalagem apreendida tinha visual comum, do tipo usado para o transporte de produtos adquiridos em lojas on-line, o que dificultava a identificação do conteúdo a olho nu. A remessa havia partido do Pará e seguia pela rede de uma transportadora até o destino final em Rio Grande quando foi interceptada durante o procedimento padrão de fiscalização da Receita Federal.

O MDMA é uma substância psicoativa sintética usada na fabricação de comprimidos de ecstasy, droga que age no sistema nervoso central e pode provocar alterações na percepção, no comportamento e no funcionamento do organismo. A apreensão de 100 gramas integra o conjunto de ações de rotina que a Receita Federal realiza sobre cargas e encomendas em circulação entre Estados, com atenção a produtos ilícitos escondidos em pacotes comuns.

Investigação corre sob sigilo

Depois da apreensão, o material foi encaminhado à Polícia Civil, que passou a conduzir as apurações sobre o caso. A corporação busca esclarecer as circunstâncias do envio e identificar todas as pessoas envolvidas na remessa, desde a origem no Pará até o destino final em Rio Grande, no sul do Rio Grande do Sul.

As identidades do remetente e do destinatário da encomenda permanecem em sigilo, decisão da Polícia Civil para preservar o andamento do trabalho investigativo. Até o momento, nenhuma prisão foi divulgada relacionada ao caso, que continua sob apuração.

A Polícia Civil deve continuar levantando informações sobre a rota da encomenda e os responsáveis pelo envio, enquanto a Receita Federal mantém a fiscalização de cargas que circulam pelo território gaúcho. O caso reforça a atuação dos órgãos federais no controle de encomendas enviadas por transportadoras a municípios do sul do Estado, e eventuais desdobramentos da investigação devem ser divulgados pelas autoridades nos próximos dias.

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