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Prevenção de endemias: Camaquã intensifica combate ao Aedes aegypti com ações estratégicas

O Centro Municipal de Vigilância em Saúde de Camaquã, polo estratégico da região da Costa Doce, mantém em caráter permanente o seu programa de prevenção de endemias. Com o objetivo de conter a proliferação de doenças como Dengue, Zika e Chikungunya, a prefeitura intensificou as ações de campo focadas no controle do mosquito Aedes aegypti.

22 de janeiro de 2026·Redação SulTV
Foto: Prefeitura Municipal de Camaquã | Divulgação
Foto: Prefeitura Municipal de Camaquã | Divulgação

Ao longo de todo o ano, o cronograma prevê a aplicação direcionada de inseticida por meio de borrifação em locais considerados estratégicos

O Centro Municipal de Vigilância em Saúde de Camaquã, polo estratégico da região da Costa Doce, mantém em caráter permanente o seu programa de prevenção de endemias. Com o objetivo de conter a proliferação de doenças como Dengue, Zika e Chikungunya, a prefeitura intensificou as ações de campo focadas no controle do mosquito Aedes aegypti. O trabalho é baseado em um monitoramento rigoroso realizado pelos Agentes de Endemias, que mapeiam os pontos de maior risco no município.

Ao longo de todo o ano, o cronograma prevê a aplicação direcionada de inseticida por meio de borrifação em locais considerados estratégicos devido ao grande fluxo de pessoas ou acúmulo de materiais. Na última segunda-feira, dia 19, as equipes concentraram os esforços em floriculturas da cidade. O planejamento segue agora para uma nova etapa, que inclui visitas a prédios públicos, instituições de ensino, borracharias e ferros-velhos, garantindo uma cobertura abrangente no perímetro urbano.

Apesar da importância da borrifação, as autoridades de saúde reforçam que o uso do inseticida é uma medida de controle pontual e não substitui o cuidado contínuo. A eliminação definitiva dos focos depende diretamente da colaboração dos moradores. A orientação para a comunidade da Costa Doce é manter a vigilância constante em residências e ambientes de trabalho, evitando qualquer acúmulo de água parada, que serve como criadouro para o vetor. A união entre o poder público e a população é a única via para manter os índices de infestação sob controle.

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