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Pais relatam perda de bebê e falta de estrutura na saúde pública de Camaquã

Família aponta demora na transferência para UTI neonatal e falhas no atendimento à gestante

05 de outubro de 2026·Redação SulTV
Família de Camaquã relata perda de bebê após espera por atendimento especializado
Família de Camaquã relata perda de bebê após espera por atendimento especializado

A comunidade da Zona Sul do Rio Grande do Sul acompanha com comoção o relato de um casal de Camaquã que perdeu um filho após dias de espera por atendimento especializado. O caso reacende o debate sobre a estrutura da saúde pública e o suporte a gestantes e recém-nascidos na Costa Doce.

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O relato da família

Juliano Aguiar e Marilete Aguiar relataram o drama sofrido na última sexta-feira (02). Segundo os familiares, a gestante buscou atendimento médico ao apresentar perda de líquido no oitavo mês de gestação, mas foi orientada de que a situação seria normal.

Dias depois, já internada, a família enfrentou a necessidade de transferência para uma unidade de tratamento intensivo neonatal, que esbarrou na espera pelo sistema estadual de regulação de vagas.

Desafios na rede pública

O caso evidencia as dificuldades enfrentadas por moradores da região que dependem da rede pública em momentos críticos. Em Camaquã, cidade polo da Costa Doce, a falta de estrutura em saúde e a demora na liberação de vagas hospitalares voltam ao centro de um debate sensível sobre o atendimento a gestantes e recém-nascidos.

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