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Moradores do bairro Viegas cobram manutenção urbana e solução para alagamentos em Camaquã

m Camaquã, moradores do bairro Viegas estão utilizando as redes sociais e canais de comunicação para manifestar indignação com o estado de conservação de diversas vias, como as ruas Professora Zenir Lucena, Adroaldo Fernandes Claro e Ney Pires Neto.

23 de abril de 2026·Redação SulTV
Foto: Juliano Zembruski - Arquivo pessoal |  Reprodução
Foto: Juliano Zembruski - Arquivo pessoal | Reprodução

Moradores mostram indignação com o estado de conservação de diversas vias. E segundo relatos, o problema se agrava principalmente em dias de chuvas

A infraestrutura urbana e a manutenção de espaços públicos são temas constantes de preocupação na Zona Sul do Rio Grande do Sul. Em Camaquã, moradores do bairro Viegas estão utilizando as redes sociais e canais de comunicação para manifestar indignação com o estado de conservação de diversas vias, como as ruas Professora Zenir Lucena, Adroaldo Fernandes Claro e Ney Pires Neto. O cenário relatado é de abandono, com reflexos diretos na segurança e na saúde pública da comunidade local.

A reportagem da SulTV, que entrou em contato com Juliano Zembruski, morador do bairro, destacou que o problema se arrasta há anos. Entre as principais reclamações está o crescimento excessivo do mato em terrenos de área pública. Segundo Zebruske, não há manutenção frequente por parte da prefeitura, o que transforma esses locais em focos de sujeira. Além disso, o acúmulo de entulhos e blocos de calçamento espalhados pelas vias dificulta a circulação de veículos e pedestres, agravando a sensação de descaso.

Outro ponto crítico apontado pela comunidade é a situação do sistema de drenagem. Uma "boca de lobo" aberta, sem tampa e com acúmulo de lixo, representa um risco iminente de acidentes. O problema é ampliado pela falta de escoamento adequado das águas pluviais; o sistema atual despeja a água diretamente no terreno, causando alagamentos em ruas adjacentes durante períodos de chuva forte. Mesmo com protocolos registrados na prefeitura desde 2025, os moradores afirmam que nenhuma solução definitiva foi apresentada até o momento, evidenciando um impasse entre o poder público e a responsabilidade do loteamento.

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