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Gabriel Souza e Marcelo Maranata falam a rádio de Camaquã no dia do primeiro debate

Vice-governador prometeu o maior programa de ensino técnico da história do estado; camaquense Marcelo Maranata concedeu a primeira entrevista como candidato oficial ao Palácio Piratini

08 de agosto de 2026·Redação SulTV
Reprodução/SulTV
Reprodução/SulTV

O dia do primeiro grande debate entre os candidatos ao governo do Rio Grande do Sul, promovido pela Rádio Gaúcha na quinta-feira (6), em Porto Alegre, teve cobertura da Costa Doce: a Rádio Acústica FM, afiliada à Rede Gaúcha Sat, e o Redação SulTV entrevistaram dois dos quatro candidatos na disputa — o vice-governador Gabriel Souza e o camaquense Marcelo Maranata.

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Ao repórter Fábio Renner, Gabriel Souza destacou o resultado do Ideb divulgado na véspera, em que o Rio Grande do Sul saltou da 14ª para a 5ª posição no ranking nacional de educação. "Nós somos o estado brasileiro que mais cresceu no Ideb. Éramos o 14º colocado e estamos em quinto. Eu quero levar o Rio Grande do Sul ao primeiro lugar novamente no ranking nacional de educação", afirmou.

O vice-governador prometeu ainda o maior programa de ensino técnico da história do estado e citou Camaquã como exemplo do modelo: a escola de ensino médio em tempo integral do município já oferece curso técnico em orizicultura integrado. "O jovem tem que sair do ensino médio com profissão. Esse é o nosso desafio", disse.

Primeira entrevista de Maranata como candidato

Nascido em Camaquã e ex-prefeito de Guaíba, Marcelo Maranata chegou ao debate com o registro da candidatura saído na véspera — e escolheu a rádio da terra natal para a estreia. "Minha primeira entrevista como candidato, para uma rádio lá de Camaquã, da minha terra, da minha gente", afirmou, emocionado. "Eu estou muito feliz de poder estar aqui representando Camaquã, representando a nossa região."

Maranata contou que rodou mais de 30 mil quilômetros na pré-campanha e participou de debates temáticos sobre agro, proteína, turismo, educação e saúde — incluindo um encontro com os hospitais filantrópicos, responsáveis, segundo ele, por cerca de 70% do atendimento do SUS no estado. O candidato pediu que o eleitor acompanhe as propostas nas redes sociais: "É a eleição mais importante da nossa vida. Não dá para achar que em 30 ou 40 segundos de debate se vai dizer o que se vai fazer sobre a saúde, sobre a educação".

São apenas quatro candidatos na disputa — fazia muitos anos que não havia tão poucos; na eleição passada foram nove, lembrou Maranata. A campanha eleitoral começa oficialmente em 16 de agosto, e a Costa Doce tem, pela primeira vez em muitos anos, um nome da região na corrida pelo Palácio Piratini.

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