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Fiscalização apreende celulares e drogas no Presídio de Camaquã

Ação ocorreu no último sábado (10) e os itens seguem em análise antes de qualquer medida contra os responsáveis.

12 de outubro de 2026·Redação SulTV
Muro e grades da unidade penal de Camaquã, local da apreensão de itens proibidos no fim de semana.
Muro e grades da unidade penal de Camaquã, local da apreensão de itens proibidos no fim de semana.

O Presídio de Camaquã teve celulares, outros equipamentos eletrônicos e uma substância com características de entorpecente apreendidos durante fiscalização realizada no último sábado (10) na unidade penal da cidade. A ação foi conduzida pela equipe de segurança do estabelecimento como parte da rotina de revistas internas, que busca impedir a entrada e a circulação de materiais proibidos entre a população carcerária mantida no local.

O que foi encontrado na revista

Entre os itens recolhidos estão aparelhos de telefonia celular e outros equipamentos eletrônicos, usados por detentos para manter comunicação com o ambiente externo sem autorização da direção do presídio. Também foi localizada uma substância com aspecto semelhante ao de entorpecentes, que deve passar por análise técnica para confirmação da composição antes de qualquer medida formal contra os responsáveis.

A apreensão ocorreu durante ação de revista programada dentro da unidade, que fica em Camaquã e recebe parte da população carcerária da região da Costa Doce. Esse tipo de fiscalização busca reduzir riscos à segurança interna do presídio e evitar que equipamentos de comunicação sejam usados para articular ações de dentro para fora dos muros da instituição.

Fiscalização integra protocolo de segurança interna

Revistas periódicas em celas e áreas comuns fazem parte do protocolo de segurança adotado por unidades penais para impedir a circulação de itens proibidos, como telefones, carregadores e substâncias ilícitas. A prática é considerada relevante tanto para o controle da rotina prisional quanto para a segurança dos agentes penitenciários e da comunidade ao redor da unidade.

Casos de apreensão de celulares em presídios costumam ser tratados como prioridade porque esses aparelhos podem ser usados para comandar ações criminosas mesmo com o detento preso, incluindo contato com comparsas fora do sistema penitenciário. Por isso, a retirada de equipamentos de comunicação segue como um dos focos centrais das fiscalizações internas realizadas na unidade de Camaquã.

O material apreendido deve seguir para análise e para os trâmites internos do sistema penitenciário, que podem incluir medidas disciplinares contra os responsáveis identificados pela direção da unidade. Novas fiscalizações como essa tendem a continuar fazendo parte da rotina de segurança do presídio, à medida que o controle sobre a entrada de itens proibidos é reforçado na região da Costa Doce.

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