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ClimaSanta Cruz do Sul

Defesa Civil emite alerta de risco moderado para Santa Cruz do Sul

Rachaduras no solo e vibrações são sinais de alerta; 190 e 193 atendem emergências.

29 de julho de 2026·Redação SulTV
Encosta com sinais de erosão e trinca no solo, terreno de risco geológico no RS
Encosta com sinais de erosão e trinca no solo, terreno de risco geológico no RS

A Defesa Civil Estadual do Rio Grande do Sul emitiu alerta de risco moderado para deslizamentos pontuais em Santa Cruz do Sul, com base em informações do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). A recomendação é que moradores de áreas de encosta, morro ou terreno instável evitem essas regiões enquanto a condição estiver vigente e fiquem atentos a sinais de instabilidade no solo, como rachaduras, vibrações incomuns e inclinações em estruturas do entorno.

Sinais que antecedem um deslizamento

Segundo orientação da Defesa Civil, alguns sinais costumam anteceder o deslizamento de terra e merecem atenção imediata de quem vive perto de encostas, morros ou taludes. Entre eles estão barulhos ou vibrações incomuns percebidos no piso, no telhado ou nas paredes das residências, além de inclinações repentinas em postes, muros ou árvores localizados no entorno das construções.

Fendas ou trincas que surgem de forma repentina no terreno também são consideradas indício de movimentação do solo e exigem atenção redobrada. Diante de qualquer um desses sinais, a orientação da Defesa Civil é deixar o local imediatamente, buscar uma área segura e evitar permanecer próximo a barrancos, taludes ou encostas até que a situação seja normalizada.

Serviço: contatos de emergência

Em caso de emergência relacionada a deslizamentos de terra, a população pode acionar a Brigada Militar pelo telefone 190 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193, serviços disponíveis 24 horas para atendimento de ocorrências em qualquer município gaúcho. A Defesa Civil reforça ainda a importância de avisar vizinhos e a comunidade do entorno sempre que forem identificados fatos atípicos no terreno ou nas edificações, já que a comunicação rápida entre moradores pode reduzir riscos a outras famílias da região.

O monitoramento de riscos geológicos no Rio Grande do Sul é feito de forma contínua pela Defesa Civil Estadual, em articulação com o Cemaden, que acompanha dados de solo e volume de chuvas em diferentes municípios gaúchos ao longo do ano. Moradores de áreas de risco na Costa Doce e no restante do Sul do estado também devem manter atenção redobrada em períodos de chuva mais intensa, já que condições semelhantes de instabilidade do terreno podem se repetir em outras regiões conforme a variação do tempo.

Com informações de defesacivil.rs.gov.br

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