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Claiton Silva denuncia uso de Inteligência Artificial para criar vídeo falso e difamatório em Camaquã

A comunidade de Camaquã e da região da Costa Doce acompanha o desenrolar de um grave caso de crime cibernético envolvendo o vereador e professor Claiton Silva (PDT). O parlamentar utilizou seus canais oficiais para denunciar que foi vítima de uma fraude digital conhecida como deepfake.

13 de janeiro de 2026·Redação SulTV
Claiton Silva denuncia uso de Inteligência Artificial para criar vídeo falso e difamatório em Camaquã

O parlamentar utilizou seus canais oficiais para denunciar que foi vítima de uma fraude digital conhecida como deepfake

A comunidade de Camaquã e da região da Costa Doce acompanha o desenrolar de um grave caso de crime cibernético envolvendo o vereador e professor Claiton Silva (PDT). O parlamentar utilizou seus canais oficiais para denunciar que foi vítima de uma fraude digital conhecida como deepfake. Por meio do uso indevido de Inteligência Artificial (IA), sua imagem foi manipulada para a criação de um vídeo falso com conteúdo adulto, distribuído maliciosamente em redes sociais.

O material fraudulento circulou principalmente em grupos de WhatsApp, com o objetivo claro de atacar a honra e a trajetória pessoal e profissional do vereador. O professor Claiton enfatizou que o conteúdo não corresponde à realidade e que a tecnologia foi utilizada de forma criminosa para simular situações inexistentes, buscando gerar constrangimento e difamação.

Diante do ataque, as autoridades policiais e o setor jurídico já foram acionados. Medidas legais estão em andamento para identificar não apenas os criadores da montagem, mas também aqueles que contribuíram para a sua disseminação. O vereador alertou que a propagação de conteúdos falsos e difamatórios também configura crime, podendo gerar responsabilização legal para quem compartilha o vídeo.

Claiton Silva classificou o episódio como um alerta sobre os perigos do mau uso da tecnologia na sociedade contemporânea. O parlamentar reforça o pedido para que a população não repasse o material e que denúncias sejam feitas diretamente à polícia. O caso agora segue sob investigação oficial para apurar a autoria do crime e punir os responsáveis pela tentativa de manchar a imagem do representante público.

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