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Prefeitura de Camaquã envia 18 toneladas de pneus inservíveis para reciclagem e destinação final

  • Foto do escritor: Redação SulTV
    Redação SulTV
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

O material, que estava armazenado desde o início do ano no depósito localizado junto ao antigo aterro sanitário, foi enviado para a destinação final adequada


Foto: Prefeitura de Camaquã - Divulgação
Foto: Prefeitura de Camaquã - Divulgação

A gestão de resíduos sólidos ganha um capítulo importante na preservação ambiental da Costa Doce. Em uma ação estratégica para evitar a degradação dos ecossistemas locais, a Prefeitura de Camaquã, por meio da Secretaria Municipal de Habitação e Desenvolvimento Sustentável, realizou o carregamento de 18 toneladas de pneus inservíveis. O material, que estava armazenado desde o início do ano no depósito localizado junto ao antigo aterro sanitário, foi enviado para a destinação final adequada.


O encaminhamento desse passivo ambiental é feito em parceria com a empresa Reciclanip, instituição responsável por dar o tratamento correto a pneus que já perderam sua utilidade original. O impacto dessa iniciativa é direto na saúde pública e na sustentabilidade regional. Um pneu descartado de forma irregular na natureza pode levar cerca de 600 anos para se decompor, tornando-se um poluente persistente devido à sua composição de borracha sintética, aço e aditivos químicos não biodegradáveis. Além do dano ecológico, o acúmulo inadequado é um fator de risco para a proliferação de doenças.


A administração municipal reforça que a população possui um local específico para a entrega desses materiais. O descarte deve ser realizado no antigo aterro sanitário, situado na Estrada do Capitão Jango. Ao utilizar este ponto oficial, o cidadão garante que o material não acabe em rios ou terrenos baldios, permitindo que ele retorne à economia circular.


Uma vez reciclados, esses pneus são transformados em novos insumos para a indústria. O processo permite que a borracha seja reaproveitada na fabricação de pisos ecológicos, componentes de mantas asfálticas e até como combustível alternativo em fornos industriais. A ação em Camaquã demonstra que o compromisso com o desenvolvimento sustentável passa pela logística reversa e pela conscientização sobre o ciclo de vida dos produtos utilizados pela comunidade da Zona Sul.

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