Polícia Civil prende padrasto suspeito de estupro de vulnerável contra enteada em Canoas
- Redação SulTV

- 12 de mai.
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A investigação policial teve início em março de 2026, após uma denúncia formalizada pela madrinha da vítima

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas, realizou uma importante ação de enfrentamento à violência infantil na manhã desta terça-feira. Sob a coordenação do delegado Maurício Barison, os agentes prenderam um homem de 40 anos no município de Cachoeirinha. O indivíduo é o principal suspeito de praticar estupro de vulnerável contra sua enteada, uma criança de apenas 7 anos de idade, em crime ocorrido no bairro Guajuviras. O caso acende o alerta para a proteção integral de menores na Região Metropolitana e no entorno da Zona Sul do Estado.
A investigação policial teve início em março de 2026, após uma denúncia formalizada pela madrinha da vítima. O relato detalhou um episódio ocorrido em dezembro de 2025, quando a mãe da menina teria presenciado o companheiro praticando atos libidinosos contra a criança durante a madrugada, na mesma cama em que o casal e a vítima dormiam. Em depoimento posterior, a menina confirmou que os abusos ocorriam de forma habitual.
Um dos pontos mais sensíveis da investigação aponta que a genitora, mesmo após presenciar o crime, não registrou boletim de ocorrência e permitiu que o agressor continuasse frequentando a residência. Devido a essa conduta, a mãe também é investigada por omissão de cuidados e negligência. A intervenção da polícia foi fundamental para interromper o ciclo de violência e afastar a ameaça imediata que pairava sobre a criança, garantindo sua integridade física e emocional.
A prisão preventiva do suspeito reforça o compromisso das forças de segurança do Rio Grande do Sul na repressão a crimes de natureza sexual contra vulneráveis. Autoridades destacam que a colaboração da rede de apoio, como no caso da madrinha, é essencial para que os crimes não fiquem impunes. O homem foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.




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