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O preço do fumo vai subir? Veja o que a comissão exigiu das indústrias

  • Foto do escritor: Redação SulTV
    Redação SulTV
  • há 2 dias
  • 1 min de leitura

As lideranças, capitaneadas pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e federações como Farsul e Fetag, manifestaram preocupação com a remuneração atual


Foto: Pixabay - Ilustração
Foto: Pixabay - Ilustração

A economia da Zona Sul do Rio Grande do Sul, fortemente ligada à produção de tabaco, acompanha com atenção os desdobramentos da comercialização da safra 2025/2026. Na última semana, uma comissão representativa percorreu diversas empresas fumageiras no estado para cobrar uma valorização mais justa do produto e fiscalizar os critérios de classificação técnica adotados pela indústria.


As lideranças, capitaneadas pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e federações como Farsul e Fetag, manifestaram preocupação com a remuneração atual. Segundo Marcílio Drescher, presidente da Afubra, as tabelas de preços praticadas não têm refletido adequadamente a qualidade do tabaco entregue. Ele aponta que produtores que investem na separação cuidadosa das folhas acabam recebendo valores muito próximos daqueles que entregam produtos com menor rigor na classificação, o que desestimula o capricho no campo.


Além das questões financeiras, as visitas serviram para alertar os produtores sobre a presença de impurezas e a mistura de classes, fatores que reduzem a rentabilidade. O cenário internacional também entrou na pauta: com a alta oferta global, a orientação das entidades é de cautela para a próxima safra. A recomendação é o equilíbrio na área plantada, reforçando que a qualidade deve prevalecer sobre a quantidade para manter a sustentabilidade econômica das propriedades rurais da região.

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