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Arca esclarece responsabilidades sobre o atendimento de cavalos feridos em Camaquã

  • Foto do escritor: Redação SulTV
    Redação SulTV
  • há 13 horas
  • 1 min de leitura

A entidade reforçou que seu trabalho é estritamente voltado ao bem-estar animal e ao atendimento técnico em casos de acidentes


Foto: Redes sociais - Ilustração
Foto: Redes sociais - Ilustração

A Associação Protetora aos Animais de Rua Camaquã (ARCA) divulgou uma nota oficial para esclarecer sua atuação em ocorrências envolvendo cavalos, tema que frequentemente gera dúvidas na comunidade da Costa Doce do Rio Grande do Sul. A entidade reforçou que seu trabalho é estritamente voltado ao bem-estar animal e ao atendimento técnico em casos de acidentes.


Segundo o comunicado, a Arca desempenha três funções principais nessas situações: a prestação de atendimento emergencial quando há chance de salvamento, o recolhimento do animal ferido sob indicação técnica ou, em casos de sofrimento irreversível, a realização de eutanásia humanitária por profissionais habilitados. O objetivo central desses protocolos é garantir que o animal não seja submetido a dor prolongada.


A associação destacou um ponto crítico que costuma causar confusão: a remoção e o sepultamento de animais mortos. A Arca esclareceu que não possui competência legal nem maquinário, como retroescavadeiras, para este serviço. Essa responsabilidade cabe exclusivamente aos órgãos públicos municipais, que detêm a estrutura necessária para o manejo correto e legal do descarte.


A entidade finalizou a nota ressaltando que atua dentro dos limites éticos e técnicos da causa animal. O texto também alerta para a importância da responsabilidade dos tutores e da prevenção de acidentes nas vias urbanas e rurais de Camaquã, buscando evitar que informações equivocadas prejudiquem o trabalho voluntário realizado pela proteção animal na região.

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