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Acordo UE-Mercosul pode ampliar exportações gaúchas, mas exige adaptação dos produtores

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    Redação SulTV
  • há 11 minutos
  • 1 min de leitura

O acordo comercial entre União Europeia e Mercosul, considerado o maior tratado bilateral do mundo em volume de PIB, abre portas para o agronegócio gaúcho acessar um mercado de 450 milhões de consumidores. O texto prevê redução ou eliminação de tarifas para produtos brasileiros, beneficiando cadeias estratégicas do Rio Grande do Sul como arroz, soja, carne bovina, frango e vinho. O Estado, maior exportador de proteína animal do Brasil e referência na produção de arroz, concentra parte relevante dos setores contemplados nas cotas de acesso preferencial negociadas.


Integração entre os blocos pode abrir mercados, reduzir tarifas e impulsionar exportações do agronegócio do Rio Grande do Sul
Acordo pode abrir mercado europeu para arroz, carne, frango e vinho produzidos no Rio Grande do Sul

Regiões como Fronteira Oeste, Metade Sul, Planície Costeira e Serra Gaúcha devem estar entre as mais impactadas. A contrapartida, no entanto, exige adequação. As normas sanitárias, de rastreabilidade e sustentabilidade da União Europeia demandam ajustes na cadeia produtiva gaúcha. Produtores precisarão atender padrões mais rígidos, o que pode elevar custos iniciais, mas também eleva a competitividade internacional do setor. Entidades como Federarroz, Farsul e Fiergs avaliam que o acordo representa a maior oportunidade de expansão em décadas para o agronegócio do Estado.


O desafio agora é se antecipar às exigências europeias e preparar a porteira gaúcha para esse novo mercado. A ratificação do tratado segue em tramitação nos parlamentos dos países membros.

 
 
 

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