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Saúde em Camaquã: Hospital e Prefeitura orientam sobre novo fluxo para evitar superlotação

  • Foto do escritor: Redação SulTV
    Redação SulTV
  • 30 de abr
  • 2 min de leitura

Autoridades explicam como o uso correto das UBS e da UPA ajuda a desafogar o pronto-socorro do hospital de Camaquã


Foto: Dãniel Nunes - SulTV
Foto: Dãniel Nunes - SulTV

O cenário da saúde pública em Camaquã e região da Costa Doce enfrenta um momento crítico de alta demanda. Em entrevista à SulTV, o diretor técnico do Hospital Nossa Senhora Aparecida (HNSA), Guilherme Mendes, e o secretário municipal da Saúde, Daniel Mariano, esclareceram as razões da superlotação que levou à suspensão de atendimentos não urgentes. O aumento de casos respiratórios devido às oscilações de temperatura e as reformas estruturais no hospital são os principais fatores para a retenção de pacientes no pronto-socorro.


Atualmente, o HNSA opera com capacidade máxima, inclusive com pacientes aguardando leitos em áreas de transição. Para garantir que casos graves não fiquem desassistidos, a orientação é que a população utilize a rede básica. Sintomas leves, como dores de cabeça, desconfortos abdominais ou alergias, devem ser encaminhados às Unidades Básicas de Saúde (UBS) durante o horário comercial. Já a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) deve ser o destino para casos intermediários ou atendimentos fora do horário das UBS.


O secretário Daniel Mariano reforçou que a UPA de Camaquã possui suporte para exames de raio-X, eletrocardiograma e coletas laboratoriais, funcionando como um filtro essencial. "Muitas vezes o paciente espera horas no hospital por algo que resolveria em muito menos tempo na UPA ou no posto", destacou. Além disso, o hospital mantém um plano de contingência para urgências obstétricas e traumáticas, buscando parcerias com municípios vizinhos para transferências, visando desafogar o sistema local e manter a qualidade do serviço na Zona Sul. Confira entrevista completa no canal do YouTube da SulTV:


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