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Tráfico de animais na zona sul do Estado

  • Foto do escritor: Redação SulTV
    Redação SulTV
  • há 10 horas
  • 2 min de leitura

 O município de Pelotas foi um dos alvos principais da operação Aruana, focada no tráfico de animais silvestres


Foto: Ministério Público do RS - Divulgação
Foto: Ministério Público do RS - Divulgação

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), por meio do GAECO, deflagrou nesta terça-feira, 3 de março, um importante apoio à Operação Aruana. A ofensiva, coordenada pelo Ministério Público de Santa Catarina, visa desarticular uma organização criminosa interestadual especializada no tráfico de animais silvestres. Na Zona Sul do Estado, o município de Pelotas foi um dos alvos principais, juntamente com a cidade de Glorinha, onde foram cumpridos mandados de busca e apreensão.


A investigação revela um esquema sofisticado que operava em cinco estados brasileiros. O grupo criminoso é suspeito de falsificar documentos, anilhas e chips para dar uma aparência de legalidade à venda de aves, répteis e mamíferos mantidos em cativeiro sem autorização. No Rio Grande do Sul, a apuração focou em dois investigados responsáveis pela logística e pelo transporte clandestino dos animais. Um detalhe alarmante é que parte desses animais tinha como destino eventos turísticos na Serra Gaúcha.


Segundo o coordenador estadual do GAECO, promotor Rogério Meirelles Caldas, a integração entre os estados foi fundamental para identificar a ramificação gaúcha do bando. A Operação Aruana — cujo nome simboliza a "sentinela da natureza" — é um desdobramento de provas colhidas ainda em 2024. Ao todo, a ação nacional mobilizou 27 municípios e resultou em 20 mandados de prisão e 45 de busca e apreensão.


A ação reforça o combate aos crimes ambientais na nossa região, protegendo a fauna local e garantindo que o transporte ilegal não passe impune pelas estradas da Zona Sul. A Brigada Militar prestou apoio operacional nas diligências, consolidando o cerco contra a exploração ilegal da biodiversidade brasileira.

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