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O que vai acontecer com as famílias da Rua da Barca? Entenda o plano de moradia

  • Foto do escritor: Redação SulTV
    Redação SulTV
  • 14 de abr
  • 2 min de leitura

O objetivo é acelerar os trâmites burocráticos para garantir que as obras de construção das moradias comecem o mais breve possível


Foto: Prefeitura Municipal de Camaquã - Divulgação
Foto: Prefeitura Municipal de Camaquã - Divulgação

A Prefeitura de Camaquã deu um passo importante para resolver a situação crítica das famílias residentes na Rua da Barca, na localidade da Pacheca. Em agenda realizada na capital gaúcha, o prefeito Abner Dillmann reuniu-se com o secretário estadual de Habitação e Regularização Fundiária, Bruno Silveira, para buscar alternativas habitacionais definitivas para os moradores que tiveram suas casas interditadas devido a riscos estruturais e geológicos na região.


A articulação, que contou com o apoio do deputado estadual Beto Fantinel, foca na viabilização de 11 novas unidades habitacionais. Durante o encontro, ficou estabelecido que o município de Camaquã será responsável pela elaboração e pelo protocolo do projeto técnico necessário para a captação de recursos junto ao Governo do Estado. O objetivo é acelerar os trâmites burocráticos para garantir que as obras de construção das moradias comecem o mais breve possível, oferecendo uma solução digna e segura para a comunidade da Zona Sul.


Além das moradias permanentes, a reunião definiu uma estratégia de socorro imediato. Uma proposta conjunta entre Prefeitura e Estado está sendo estruturada para garantir o pagamento de aluguel social provisório. Esse auxílio financeiro permitirá que as famílias desabrigadas ou em áreas de risco tenham um local seguro para viver enquanto aguardam a conclusão das novas residências.


O prefeito Abner Dillmann ressaltou que a prioridade total é o amparo social. A força-tarefa envolve diversas secretarias municipais, como Desenvolvimento Social e Segurança, reforçando o compromisso de não deixar os moradores da Pacheca desamparados diante da urgência do caso. A parceria com o Estado é vista como essencial para viabilizar o investimento financeiro que o município necessita para sanar o déficit habitacional gerado pelas interdições.

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