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O menor em 14 anos: entenda por que o desemprego no RS atingiu o nível mais baixo da história

  • Foto do escritor: Redação SulTV
    Redação SulTV
  • há 6 horas
  • 1 min de leitura

Na Zona Sul e em todo o interior gaúcho, o reflexo desse cenário aparece no fortalecimento da renda e das oportunidades


Foto: Pixabay - Ilustração
Foto: Pixabay - Ilustração


O mercado de trabalho no Rio Grande do Sul vive um momento histórico. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados nesta quinta-feira (14), o Estado registrou uma taxa de desocupação de apenas 4% no primeiro trimestre de 2026. Este é o menor índice já medido desde o início da série histórica do IBGE, em 2012, representando uma redução de 1,2 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano passado.  


Na Zona Sul e em todo o interior gaúcho, o reflexo desse cenário aparece no fortalecimento da renda e das oportunidades. O número de pessoas ocupadas no Estado chegou a 5,895 milhões, com um nível de ocupação estimado em 62,9%. Além disso, o Rio Grande do Sul se destaca nacionalmente pela qualidade do emprego: 80,5% dos trabalhadores do setor privado possuem carteira assinada, o terceiro maior índice do país, ficando atrás apenas de Santa Catarina e São Paulo.  


A pesquisa também traz dados positivos sobre o desalento, que atingiu apenas 0,7% da população, um dos menores índices do Brasil. O secretário de Trabalho e Desenvolvimento Profissional, José Scorsatto, atribui os resultados às políticas de qualificação e intermediação de mão de obra. No monitoramento hidrológico desta sexta-feira (15), o cenário de estabilidade também se repete no campo, com rios como o Camaquã e Jaguarão operando em níveis normais, favorecendo a manutenção das atividades produtivas que sustentam esses índices de emprego. 

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