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Funrigs aprova R$ 17,6 milhões para restaurar prédio histórico da Polar em Estrela

  • Foto do escritor: Redação SulTV
    Redação SulTV
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

O Conselho do Funrigs aprovou aporte de R$ 17,6 milhões para a primeira etapa da restauração do prédio da Polar, em Estrela, dando início a uma das obras de recuperação de patrimônio histórico mais relevantes do Vale do Taquari nos últimos anos. O recurso viabiliza as ações estruturantes da intervenção em um conjunto arquitetônico considerado símbolo da identidade industrial do município. A Polar é um dos edifícios mais lembrados da paisagem urbana de Estrela e carrega a memória de uma fase de expansão econômica e cultural da região.


Sua preservação está no centro do debate sobre como o Rio Grande do Sul lida com o estoque de imóveis históricos que ainda resistem ao tempo, especialmente em cidades médias do interior, onde o tecido urbano original costuma ser ameaçado por demandas de modernização. O Funrigs, fundo estadual que financia projetos de proteção e revitalização do patrimônio cultural gaúcho, atua exatamente nessa fronteira: garantir que recursos públicos cheguem a obras de grande envergadura que não se sustentariam apenas com investimento privado ou municipal.


Fachada de prédio histórico de tijolos aparentes no estilo industrial gaúcho, arquitetura preservada, dia claro, sem pessoas — Funrigs, Pelotas

Funrigs libera R$ 17,6 milhões para a primeira etapa de restauração do prédio histórico da Polar, em Estrela, no Vale do


A liberação dos R$ 17,6 milhões para a Polar consolida Estrela como destino prioritário dessa política nesta safra de aportes. A primeira etapa da restauração concentra ações de consolidação estrutural e recuperação dos elementos arquitetônicos mais sensíveis, preparando o conjunto para usos públicos e culturais nas fases seguintes. A expectativa do município e do conselho gestor é que o complexo restaurado se torne âncora de novos circuitos turísticos no Vale do Taquari, gerando movimento econômico, atratividade para visitantes e qualificação do espaço urbano.


A iniciativa também sinaliza uma agenda mais ampla de retomada de obras em patrimônios históricos do Rio Grande do Sul, em diálogo com a necessidade de respostas estruturais para regiões duramente impactadas por eventos climáticos extremos nos últimos anos. Preservar, nesse contexto, é também planejar o futuro das cidades.

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