Funrigs aprova R$ 17,6 milhões para restaurar prédio histórico da Polar em Estrela
- Redação SulTV

- há 1 dia
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O Conselho do Funrigs aprovou aporte de R$ 17,6 milhões para a primeira etapa da restauração do prédio da Polar, em Estrela, dando início a uma das obras de recuperação de patrimônio histórico mais relevantes do Vale do Taquari nos últimos anos. O recurso viabiliza as ações estruturantes da intervenção em um conjunto arquitetônico considerado símbolo da identidade industrial do município. A Polar é um dos edifícios mais lembrados da paisagem urbana de Estrela e carrega a memória de uma fase de expansão econômica e cultural da região.
Sua preservação está no centro do debate sobre como o Rio Grande do Sul lida com o estoque de imóveis históricos que ainda resistem ao tempo, especialmente em cidades médias do interior, onde o tecido urbano original costuma ser ameaçado por demandas de modernização. O Funrigs, fundo estadual que financia projetos de proteção e revitalização do patrimônio cultural gaúcho, atua exatamente nessa fronteira: garantir que recursos públicos cheguem a obras de grande envergadura que não se sustentariam apenas com investimento privado ou municipal.

Funrigs libera R$ 17,6 milhões para a primeira etapa de restauração do prédio histórico da Polar, em Estrela, no Vale do
A liberação dos R$ 17,6 milhões para a Polar consolida Estrela como destino prioritário dessa política nesta safra de aportes. A primeira etapa da restauração concentra ações de consolidação estrutural e recuperação dos elementos arquitetônicos mais sensíveis, preparando o conjunto para usos públicos e culturais nas fases seguintes. A expectativa do município e do conselho gestor é que o complexo restaurado se torne âncora de novos circuitos turísticos no Vale do Taquari, gerando movimento econômico, atratividade para visitantes e qualificação do espaço urbano.
A iniciativa também sinaliza uma agenda mais ampla de retomada de obras em patrimônios históricos do Rio Grande do Sul, em diálogo com a necessidade de respostas estruturais para regiões duramente impactadas por eventos climáticos extremos nos últimos anos. Preservar, nesse contexto, é também planejar o futuro das cidades.




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