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Fim do pedágio na Zona Sul: veja o que muda agora nas rodovias

  • Foto do escritor: Redação SulTV
    Redação SulTV
  • há 3 dias
  • 2 min de leitura

Com o encerramento do contrato de concessão, as praças de pedágio deixaram de operar, permitindo a passagem livre de veículos


Foto: Ecovias Sul - Divulgação
Foto: Ecovias Sul - Divulgação

A partir desta terça-feira(03), a rotina dos motoristas que trafegam pelas rodovias federais da Zona Sul do Rio Grande do Sul passa por uma mudança histórica. Com o encerramento do contrato de concessão da Ecosul no Polo Rodoviário de Pelotas, as praças de pedágio deixaram de operar, permitindo a passagem livre de veículos. A medida impacta diretamente a integração logística entre cidades como Pelotas, Rio Grande, Camaquã e Jaguarão, alterando o fluxo em trechos estratégicos das BRs 116 e 392.


A transição operacional foi detalhada pela concessionária, que confirmou o desligamento das cobranças e a nova configuração das praças. Para garantir a segurança viária e a fluidez do trânsito neste período de transição, a circulação dos veículos está sendo direcionada exclusivamente pelas pistas automáticas. As cabines de cobrança manual foram desativadas e sinalizadas com barreiras físicas, evitando que condutores parem desnecessariamente nos locais de arrecadação.


Além da suspensão das tarifas, a mudança implica no encerramento dos serviços de atendimento médico e socorro mecânico prestados pela antiga concessionária. A partir de agora, a responsabilidade pela manutenção do pavimento, sinalização e suporte emergencial nas vias retorna ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e à Polícia Rodoviária Federal (PRF). Motoristas devem redobrar a atenção ao cruzar as antigas praças, respeitando os limites de velocidade estabelecidos para o modo de passagem direta.


O fim da concessão representa um novo capítulo para a economia regional, reduzindo custos de transporte para o escoamento da produção e para o deslocamento diário de moradores da metade sul. As autoridades recomendam cautela nas primeiras semanas até que a nova sinalização definitiva seja consolidada nos trechos.

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