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Entenda o que muda para as empresas com a nova regra de saúde mental

  • Foto do escritor: Redação SulTV
    Redação SulTV
  • há 6 horas
  • 2 min de leitura

O tema foi destaque no programa Redação SulTV, em entrevista com o médico do trabalho Dr. Jonathan Ribeiro


Foto: Dãniel Nunes - SulTV
Foto: Dãniel Nunes - SulTV

O ambiente de trabalho na Zona Sul do Rio Grande do Sul e em todo o país está prestes a passar por uma mudança significativa na legislação. A partir de 26 de maio de 2026, entra em vigor a obrigatoriedade da gestão de riscos psicossociais nas empresas, conforme estabelecido pela Norma Regulamentadora nº 1 (NR1). O tema foi destaque no programa Redação SulTV, em entrevista com o médico do trabalho Dr. Jonathan Ribeiro.


A nova regulamentação exige que as organizações identifiquem e tratem fatores que podem adoecer emocionalmente os colaboradores, como sobrecarga de trabalho, falta de apoio dos gestores, assédio moral e sexual. De acordo com dados do INSS citados durante a entrevista, em 2025 foram registrados mais de 547 mil afastamentos por doenças emocionais no Brasil, o que representa cerca de 14% do total de benefícios previdenciários concedidos no período.


O Dr. Jonathan Ribeiro destacou que a presença do médico do trabalho dentro das empresas é fundamental para realizar o diagnóstico precoce de quadros como ansiedade, depressão e burnout. Segundo o especialista, o processo de identificação desses riscos ocorrerá por meio de questionários anônimos e entrevistas assertivas, permitindo que o funcionário se sinta seguro para relatar situações de pressão ou abuso sem medo de retaliações.


Para os empresários da nossa região, a adequação não deve ser vista apenas como um custo, mas como um investimento em produtividade e segurança jurídica. Empresas que possuem um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e um Plano de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) bem estruturados conseguem reduzir o absenteísmo e estão mais protegidas contra fiscalizações do Ministério Público do Trabalho e processos judiciais. Confira entrevista completa no canal do YouTube da SulTV:


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