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Cristal sedia reunião do Sul Resiliente e recebe mapeamento técnico do Rio Camaquã

  • Foto do escritor: Redação SulTV
    Redação SulTV
  • há 4 dias
  • 2 min de leitura

 A iniciativa, liderada pela Agência de Desenvolvimento da Zona Sul, tem como objetivo central a criação de um Plano de Adaptação e Resiliência focado nas bacias hidrográficas da região


Foto: Google Maps - Imagem meramente ilustrativa
Foto: Google Maps - Imagem meramente ilustrativa

A Zona Sul do Rio Grande do Sul dá mais um passo importante na organização estratégica contra eventos climáticos extremos. Nesta sexta-feira, 15 de maio, o município de Cristal sedia uma nova reunião do Movimento Sul Resiliente. A iniciativa, liderada pela Agência de Desenvolvimento da Zona Sul, tem como objetivo central a criação de um Plano de Adaptação e Resiliência focado nas bacias hidrográficas da região, conectando gestores públicos e especialistas em segurança ambiental.


O encontro ocorre às 14h, na Câmara de Vereadores de Cristal, e marca um momento decisivo para o planejamento urbano local. Um dos pontos altos da programação será a entrega oficial, ao prefeito Marcelo Krolow, do estudo de mapeamento Lidar. Este levantamento foi desenvolvido pelo Núcleo Integrado de Prevenção (NIP) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e utiliza tecnologia de alta precisão para detalhar a topografia da área urbana e das margens do Rio Camaquã.


Com esses dados técnicos em mãos, Cristal e os municípios vizinhos passam a ter ferramentas concretas para identificar vulnerabilidades e prever o comportamento das águas em períodos de cheias. O mapeamento é essencial para orientar o crescimento da cidade, definir áreas de risco e otimizar a atuação da Defesa Civil e das forças de segurança em situações de urgência.


O Movimento Sul Resiliente consolida uma rede de cooperação técnica que envolve a Azonasul, a Defesa Civil do Estado, o NIP/UFPel e o Centro de Observação da FURG (CIEX). O foco é transformar conhecimento acadêmico em ações práticas de prevenção, garantindo que o desenvolvimento sustentável da Costa Doce esteja preparado para os desafios impostos pelas mudanças climáticas e pela proteção das comunidades ribeirinhas.

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