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Chuva forte, vento e calor: O que esperar do clima nos próximos dias na região

  • Foto do escritor: Redação SulTV
    Redação SulTV
  • 1 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

O mês de dezembro se inicia com um alerta de tempestade em diversas áreas do estado


Foto: Daniel Nunes | SulTV


O mês de dezembro se inicia com um alerta de tempestade em diversas áreas do Rio Grande do Sul, conforme comunicado emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A instabilidade é esperada para esta segunda-feira (1º), atingindo regiões como a Região Metropolitana de Porto Alegre, a Serra, Noroeste, Centro, Sudoeste e Sudeste do estado. Os riscos incluem chuva intensa, rajadas de vento que podem alcançar 100 km/h e a ocorrência de granizo. É essencial que a população dessas áreas siga as orientações oficiais e adote medidas de precaução para mitigar os possíveis transtornos, como alagamentos e danos estruturais.


A instabilidade atinge todo o estado nesta segunda-feira, com períodos de sol entre nuvens. A chuva mais forte e os temporais devem se concentrar na metade norte do Rio Grande do Sul durante a tarde, à medida que uma frente fria se move do Centro e Leste para o Norte. Em Porto Alegre, pancadas de chuva isoladas são esperadas após a madrugada, com a elevação das temperaturas ao longo do dia resultando em uma sensação de clima abafado. Para a terça-feira (2), as pancadas de chuva persistem na metade norte até o início da tarde, com potencial de chuva forte na Serra e na Região Metropolitana. Nas regiões Oeste e Campanha, o tempo tende a ficar firme com predomínio do sol, mas rajadas de vento moderadas ainda podem ser registradas na metade leste. Já na quarta-feira (3), o sol volta a predominar em quase todo o estado, com a instabilidade limitada à área litorânea, e as temperaturas se tornam mais amenas pela manhã, com máximas variando entre 26ºe 32º. Apesar da forte instabilidade nos primeiros dias, a projeção geral da Climatempo para dezembro no Rio Grande do Sul é de um volume de chuva abaixo da média histórica, acompanhado por temperaturas um pouco acima do normal. Essa condição climática aponta para um potencial risco de estresse hídrico – onde a demanda por água supera a disponibilidade – em certas áreas, especialmente na metade Sul, o que pode impactar a agricultura. No entanto, a entrada no período mais quente do ano aumenta a chance de temporais isolados que, mesmo com a média baixa de chuvas, podem despejar grandes volumes de água em pontos específicos.


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